10 de janeiro de 2011
Juventude ou juventudes?
Que juventude temos? Será uma juventude “controlada pela mídia”, massificada, alienada? Ou seria uma juventude que cheira a futuro, que exala o perfume das mudanças?
Seria, ainda, uma juventude pacata, na “sua”? Mas ainda poderia ser uma juventude “problema”, que tem provado das drogas, que tem perdido a magia e o divinal...
Seria uma juventude que, cedo, muito cedo, tem conciliado estudo e trabalho, pois o mundo capitalista e globalizado tem anseios por mais força de produção?
Se o leitor ainda não cansou: seria uma “cyberjuventude”, que isola-se num quarto, junto ao computador e, através dele, comunica-se, diverte-se, descobre, alegra-se, alheia-se ao mundo? E o calor, o abraço, mais amor?
Seria a juventude-vestibular? E a juventude do consumo? A juventude da indiferença aos problemas sociais? E a juventude agitada?
Constantemente relaciona-se o termo juventude a frescor, a vigor. Há um punhado de idéias positivas e otimistas voltadas para a juventude. Por outro lado, há oposição a tudo, até a Deus. Há conceitos negativos, pessimistas...
E aí, jovem? O que fazer? Estão nos julgando. Estão nos observando. Há aspirações de toda sorte quanto ao estado de ser jovem.
Os pais esperam profissões compensadoras. A sociedade espera respostas, mudanças, atuações. E você? Espera algo? Talvez um futuro promissor, talvez encontrar-se em meio às suas frustrações. Talvez isto. Talvez aquilo.
É preciso agir. O mundo está seguindo para o abismo? É preciso braços fortes e jovens para segurá-lo, controlá-lo e norteá-lo para a paz, para o progresso e para o amor.
A juventude pode. A própria Bíblia nos diz: “Sois a geração eleita. Sois fortes!”
Kênia Cosme da Silva,
Corrente, PI
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