Numa madrugada doce e fria, nas vésperas de completar minha maioridade, me pego refletindo sobre a vivacidade. Vida vivida com uma esperança de menina e uma postura de mulher. Conclusões precipitadas, dúvidas mal-tiradas me lembram que ainda sou apenas uma criança; como um adulto qualquer...
Qual seria o fator determinante da maturidade? A idade?
Minha face denuncia minha essência de menina. Uma menina com todas as suas virtudes e defeitos. Enganos, erros e atropelos cometidos por possuir uma pseudo-sabedoria. Ilusão em saber como prosseguir num caminho desconhecido. E dele nada se sabe.
Aprender a aprender: árdua lição! Aprender a levantar depois de tropeçar em uma das pedras que encontro no caminho. Aprender a escolher as companhias, saber lidar com elas e não deixar-se influenciar.
Aprender a aprender: humilde missão! Aprender a desculpar, a perdoar, a amar. O amor fonte de todos os outros sentimentos. Utopia falar disto se não souber aplicar na prática. É fácil falar do amor, difícil é saber tê-lo. E, principalmente, tê-lo dentro de si.
Como dar início a todas as grandes aventuras de Ventura se não tenho o combustível para tal? É possuir todo o equipamento e esperar que ele funcione sozinho. Por isso abro espaço para o gerador de toda a minha luz: o Amor.
Amor. Passou de sentimento a tema abstrato para os loucos aprisionados. Falo de Amor, falo de Amar e não de reduzir essa inefável emoção a amores carnais. Amores-namorados, amores-possessivos, amores-desgastados. O Amor não desgasta. O Amor não acaba. Porque o Amor é você, sou eu. O Amor que me dirijo é o Amor-próprio.
No ápice da minha transição descobri que não sou nada sem o Amor; sem me amar.
Caminhando com venda nos olhos, achava correto entregar minha vida a uma pessoa que não fosse eu mesma. Despenquei. Um choque com a realidade me fez acordar a uma escolha. Ou permanecia ali parada, no poço, ou reagiria para retornar à minha caminhada.
Melhor opção não poderia ser feita e comecei a Aprender a viver. Aprendi a enxergar meu amor por mim mesma; a colocar minha felicidade acima de tudo e a escutar minha consciência.
Nessa estrada o que mais vejo são as pessoas que julguei serem corretas, sensatas e até bem vividas ficando para trás. Escavando o chão e se enterrando nele. Permanecer no passado e não se permitir que aprender é a melhor solução para elas. Para mim não.
Meu futuro é hoje. Não dá pra deixar para Viver amanhã. Existo hoje, amo hoje, para desencadear no meu amanhã.
Nessa minha jornada minha prioridade sou Eu, minha Vida, meu Amor. E lá vem de novo a questão da idade. Tão nova, com tantos planos, tantas metas, tantos objetivos... E por que não? Eu me possibilito. Aqueles que me vêem de fora tentam desviar meu foco para que eu não alcance o que um dia eles já quiseram ser, mas permanecem enterrados num mesmo ponto.
E isso eu não permito. Não há ninguém no mundo que tenha o direito de olhar para mim e se atreva a dizer que eu Não Irei Conseguir. Porque eu sei que vou, e estou!
Minha força, minha perseverança e minha garra denunciam a mulher que habita em mim. Sentimentos, envolvimentos e pressentimentos sinalizam que este é o caminho certo. Aprender que o que sei ainda é pouco em relação ao que eu vou vir a saber um dia. E vou à luta!
Meu caminho está apenas começando...
Repense no seu. Não permita que lhe enterrem sem que você queira. Talvez você esteja estático e nem tenha percebido. Aprenda a trilhar pelo mundo novamente, como já fez um dia...
Jayna Ramalho Ventura,
João Pessoa - PB
Qual seria o fator determinante da maturidade? A idade?
Minha face denuncia minha essência de menina. Uma menina com todas as suas virtudes e defeitos. Enganos, erros e atropelos cometidos por possuir uma pseudo-sabedoria. Ilusão em saber como prosseguir num caminho desconhecido. E dele nada se sabe.
Aprender a aprender: árdua lição! Aprender a levantar depois de tropeçar em uma das pedras que encontro no caminho. Aprender a escolher as companhias, saber lidar com elas e não deixar-se influenciar.
Aprender a aprender: humilde missão! Aprender a desculpar, a perdoar, a amar. O amor fonte de todos os outros sentimentos. Utopia falar disto se não souber aplicar na prática. É fácil falar do amor, difícil é saber tê-lo. E, principalmente, tê-lo dentro de si.
Como dar início a todas as grandes aventuras de Ventura se não tenho o combustível para tal? É possuir todo o equipamento e esperar que ele funcione sozinho. Por isso abro espaço para o gerador de toda a minha luz: o Amor.
Amor. Passou de sentimento a tema abstrato para os loucos aprisionados. Falo de Amor, falo de Amar e não de reduzir essa inefável emoção a amores carnais. Amores-namorados, amores-possessivos, amores-desgastados. O Amor não desgasta. O Amor não acaba. Porque o Amor é você, sou eu. O Amor que me dirijo é o Amor-próprio.
No ápice da minha transição descobri que não sou nada sem o Amor; sem me amar.
Caminhando com venda nos olhos, achava correto entregar minha vida a uma pessoa que não fosse eu mesma. Despenquei. Um choque com a realidade me fez acordar a uma escolha. Ou permanecia ali parada, no poço, ou reagiria para retornar à minha caminhada.
Melhor opção não poderia ser feita e comecei a Aprender a viver. Aprendi a enxergar meu amor por mim mesma; a colocar minha felicidade acima de tudo e a escutar minha consciência.
Nessa estrada o que mais vejo são as pessoas que julguei serem corretas, sensatas e até bem vividas ficando para trás. Escavando o chão e se enterrando nele. Permanecer no passado e não se permitir que aprender é a melhor solução para elas. Para mim não.
Meu futuro é hoje. Não dá pra deixar para Viver amanhã. Existo hoje, amo hoje, para desencadear no meu amanhã.
Nessa minha jornada minha prioridade sou Eu, minha Vida, meu Amor. E lá vem de novo a questão da idade. Tão nova, com tantos planos, tantas metas, tantos objetivos... E por que não? Eu me possibilito. Aqueles que me vêem de fora tentam desviar meu foco para que eu não alcance o que um dia eles já quiseram ser, mas permanecem enterrados num mesmo ponto.
E isso eu não permito. Não há ninguém no mundo que tenha o direito de olhar para mim e se atreva a dizer que eu Não Irei Conseguir. Porque eu sei que vou, e estou!
Minha força, minha perseverança e minha garra denunciam a mulher que habita em mim. Sentimentos, envolvimentos e pressentimentos sinalizam que este é o caminho certo. Aprender que o que sei ainda é pouco em relação ao que eu vou vir a saber um dia. E vou à luta!
Meu caminho está apenas começando...
Repense no seu. Não permita que lhe enterrem sem que você queira. Talvez você esteja estático e nem tenha percebido. Aprenda a trilhar pelo mundo novamente, como já fez um dia...
Jayna Ramalho Ventura,
João Pessoa - PB
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